A Associação de Indústrias de Malha e Confecção (Lugo, Orense e Pontevedra), foi fundada em Assembleia a 23 de Maio do 1977, com o objectivo primordial de representação, gestão, promoção e defesa dos interesses profissionais comuns dos seus sócios, tanto na ordem especificamente económica como na social, administrativa, profissional, etc.

As suas funções:
  • Estabelecimento de serviços próprios de interesse comum para as empresas de confecção e malha associadas.
  • O incentivo das actividades mais convenientes para a melhor formação dos empresários associados e do seu pessoal.
  • A defesa da livre iniciativa de modo a contribuir para a vigência da empresa privada.
  • Assessorar e defender os interesses do sector da confecção e malha.
  • Representar, negociar e gerir os apoios colectivos perante as administrações autónomas e centrais.
  • Assessorar sobre questões relacionadas com a qualidade e o meio ambiente.
ÁREA DE INFLUÊNCIA

A Associação de Indústrias de Malha e Confecção (Lugo, Orense e Pontevedra), abarca as três províncias que o seu próprio nome indica.
As empresas membros desta Associação são quaisquer umas que sejam abrangidas pelo Convénio Nacional da Indústria Têxtil e da Confecção e que se associem voluntariamente.
Fabricantes de confecção em tecido, malhas, guarda-chuvas, artigos laborais, etc.
Esta Associação negociou pessoal e directamente (dentro da FEDECON e Intertextil), o Convénio Nacional da Indústria Têxtil e da Confecção, assim como na definição da nomenclatura das categorias profissionais do sector.


SERVIÇOS QUE OFERECE
  • Assessorar e defender os interesses do sector da confecção.
  • Informar as empresas associadas de tudo o que está relacionado com sector têxtil: convenções, leis, férias, normativos, etc.
  • Representar, negociar e gerir os apoios colectivos perante as administrações, centrais e autónomas.
  • Negociar e gerir o que se relacione com a qualidade e o meio ambiente (recolha de resíduos têxteis).
  • Realizar cursos de formação contínuos para trabalhadores no activo nas empresas associadas.
  • Organizar actos (conferências e seminários) para as empresas associadas e em colaboração com outros organismos.
  • Promover, supervisionar e controlar a criação de grupos, de entre as suas empresas associadas, para consecução de objectivos comuns; gallaecia (grupo de moda feminina), Texvigo, s.coop.l. – parque empresarial, qualificando-se como ideia inovadora e exemplo de cooperação entre PME do mesmo sector.
  • Promoção da internacionalização.

REPRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL

Desde a sua fundação, no ano de 1977, esta Associação assume a representação do sector (na actualidade, das províncias de Lugo, Orense e Pontevedra), juntamente com a Associação de Empresários de Confecção em Série da Corunha, sendo esta representação sectorial na Galiza, exclusiva e excludente, de uma Federação Nacional da Indústria da Confecção “FEDECON”.
Tal representação significa que ambas as Associações (fundadoras juntamente com outras provinciais) de Fedecon mantêm na actualidade uma vice-presidência e uma vice-secretária na citada Federação Nacional.
Representam o sector na Galiza, com a CEG (Confederação de Empresários da Galiza), CEC, CEP, CEO e CEL (Confederações Provinciais da Coruña, Pontevedra, Ourense e Lugo, respectivamente).
Por sua vez, são os porta-vozes da representação no INTERTEXTIL, CEOE, CEPYME e EUROTEX (Federação Europeia do Têxtil).


O SECTOR DA MODA NA GALIZA

O sector da moda (confecção e malha) é uma das actividades industriais que maior contributo dá para a promoção da nova imagem da Galiza, fundamentando-se numa mais-valia em termos de mão-de-obra, assim como pela introdução de novas tecnologias. A Conselleria de Innovación e Industria, desde há mais de uma década que vem apoiando este sector, ao qual vem demonstrando o seu potencial de desenvolvimento.
É sabido por todos que a Comunidade Galega apenas tem tradição têxtil, por isso é ainda mais meritório que este sector da moda galego tenha logrado, nestes últimos anos, colocar-se no topo do mercado da moda do têxtil em Espanha, e até ao nível internacional, convertendo-se numa referência. Tudo isto deve-se à dinâmica das empresas do sector que incorporaram design, qualidade e moda às suas produções, por muito pequenas que estas sejam.

As acções mais importantes deste sector podem resumir-se do seguinte modo:
  • Protecção da imagem já consolidada da Galiza como centro produtor de moda;
  • Incorporação de valor à produção do sector dentro da autonomia;
  • Criação de novas empresas e ampliação de postos de trabalho nas já existentes.
As actividades do têxtil confecção, basicamente à confecção com malhas, são um referente de extraordinária importância para a Galiza. Trata-se de um sector muito dinâmico e com potencial de crescimento ainda muito elevado.
Esta situação presente, com projecção prevista para o futuro mais imediato, se deve a que as empresas galegas do têxtil souberam transmitir um selo próprio no seu know-how e que, à figura do designer, muito desenvolvida em outras zonas, uniu-se-lhe aqui uma base industrial forte que sustenta a empresa e faz possível o seu crescimento sustentável.
Por trás das grandes empresas que se desenvolveram na Galiza, lideradas pelo Grupo Inditex, existe uma ampla gama de empresas têxteis que lograram implantar-se de uma forma estável no mercado nacional, com produtos muito apreciados pelo público e que iniciam o seu caminho para conquistar os mercados externos. São empresas que dispõem de um futuro promissor e que precisam de ampliar as suas estruturas produtivas, se não quiserem paralisar por estrangulamento.
Geralmente são empresas que ainda estão muito baseadas no mercado nacional, têm um tamanho pequeno para conquistar outros mercados, devendo a sua estratégia encaminhar-se para a via da cooperação empresarial quase como única forma de vencer esta fraqueza.

Vários estudos sobre o grupo de actividades do têxtil confecção e as suas estratégias a desenvolver, apontam para a necessidade de acometer várias acções:
  • Incentivar investimentos em activos materiais e intangíveis capazes de melhorar a produtividade, a qualidade e a modernização das estruturas empresariais;
  • Apoiar a assistência com uma imagem conjunta em feiras e passarelas que consolidem a imagem da marca;
  • Consórcios de promoção conjunta, principalmente em mercados internacionais que incrementem a presença no exterior;
  • Fomentar a cooperação empresarial como principal estratégia para a consecução de objectivos mais ambiciosos.
O sector centra a sua actividade fundamentalmente em peças de vestir, complementos, fabrico de peças de malha, calçado, artigos de couro e pele.


PROJECTOS DESENVOLVIDOS


Criação de Grupos de Exportação
O projecto de apoio à internacionalização está baseado na colaboração e cooperação entre empresas do sector com o intuito de melhorar o seu conhecimento dos mercados internacionais, assim como a sua rede de contactos, e, como consequência, incrementar as suas vendas no exterior.
Como sabemos, as empresas têxteis galegas são, na sua maioria, de pequena e média dimensão, e isto impede-as de poder dispor de um departamento de internacionalização full time, pelo menos na fase inicial, visto que estes têm um elevado custo para as pequenas empresas. Plano de actuação:
Contratação de pessoas por parte de AIPC, que serão encarregadas de investigar os mercados internacionais e aí estabelecer os contactos pertinentes. A ideia surge pela impossibilidade das empresas para contratar pessoas qualificadas e com conhecimentos de idiomas pouco habituais como o chinês, o russo ou o alemão, a um custo razoável. Deste modo, várias empresas podem partilhar os serviços de um pólo cujo custo repercutido seria menor e, portanto, assumível.

Missões inversas
Promover iniciativas de Missões Comerciais Inversas, apoiadas a partir da Associação com pessoal do país de origem.
O que se pretende com esta iniciativa é chegar a todos os empresários pertencentes ao sector têxtil e dar-lhes a possibilidade de manter um contacto directo com países com economias emergentes.
A missão inversa é muito mais directa, já que o comprador vem com visitas estabelecidas, o que faz com que estas operações sejam tão ou mais efectivas do que a participação em Feiras.

Os objectivos que se pretendem cumprir com a organização de Missões Inversas são os seguintes:
  • Diversificação de mercados (permite que venham compradores de países distintos, enquanto que ao viajar visitam-se dois destinos no máximo),
  • Promoção da imagem da Galiza,
  • Aforro nos custos comerciais,
  • Possibilidade de mostrar as suas instalações aos compradores.

Asociación de Industrias de Punto y Confección (Lugo, Orense y Pontevedra)
PTL de Valladares Área TEXVIGO
Calle C, EDIFICIO DOTACIONAL, OF B-3
36315 Vigo Pontevedra (Espanha)

T: +34 986439396
F: +34 986439481
E-Mail: info@aipclop.com
GPS: N 42º 17' 54'' W 8º 70' 97''
Website: ww.aipclop.com


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